{"id":1216,"date":"2017-10-11T07:43:04","date_gmt":"2017-10-11T10:43:04","guid":{"rendered":"https:\/\/projetomemoriaferroviaria.wordpress.com\/?p=1216"},"modified":"2017-10-11T07:43:04","modified_gmt":"2017-10-11T10:43:04","slug":"novas-mestras-na-equipe-memoria-ferroviaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/?p=1216","title":{"rendered":"Novas mestras na equipe Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p>Na \u00faltima segunda-feira, dia 02 de outubro de 2017, Priscila Kamilynn Ara\u00fajo dos Santos e Rafaela Rogato Rondon Silva, membros do projeto Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria, defenderam suas respectivas teses no audit\u00f3rio da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunica\u00e7\u00e3o da UNESP em Bauru\/SP. Ambas as investiga\u00e7\u00f5es s\u00e3o financiadas pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (FAPESP), a de Priscila atrav\u00e9s do processo (<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/159877\/conjunto-ferroviario-da-estacao-guanabara-campinas-sp-estudo-sobre-praticas-de-preservacao-e-uso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">2015\/07596-1<\/a>) e Rafaela pelo processo (<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/160356\/conjunto-ferroviario-de-mairinque-analise-da-articulacao-entre-os-bens-patrimoniais-e-sua-relacao-c\/?q=2015\/06931-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">2015\/06931-1<\/a>). Ambas as investiga\u00e7\u00f5es foram orientadas pelo Prof. Dr. Eduardo Romero de Oliveira (UNESP\/Rosana) dentro do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo da FAAC\/UNESP.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1225\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"max-width: 713px\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1225 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/1.png\" alt=\"1\" width=\"713\" height=\"593\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/1.png 713w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/1-300x250.png 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/1-425x353.png 425w\" sizes=\"(max-width: 713px) 100vw, 713px\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ms. Priscila Santos, Prof. Dr. Eduardo Oliveira e Ms. Rafaela Silva<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O primeiro trabalho apresentado e discutido foi o da Priscila Santos, com Comiss\u00e3o Avaliadora formada pela Prof\u00aa. Dr\u00aa. Maria Cristina da Silva Schicchi (PUC\/Campinas) e Prof\u00aa. Dr\u00aa. Rosio Fern\u00e1ndez Baca Salcedo (FAAC\/UNESP), atrav\u00e9s de investiga\u00e7\u00e3o intitulada \u201cConjunto Ferrovi\u00e1rio da Esta\u00e7\u00e3o Guanabara (Campinas \u2013 SP): estudo sobre pr\u00e1ticas de preserva\u00e7\u00e3o e usos sociais do patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p><strong>Resumo:<\/strong> esta investiga\u00e7\u00e3o apresenta um exame pormenorizado do Conjunto Ferrovi\u00e1rio da Esta\u00e7\u00e3o Guanabara, na cidade de Campinas, constru\u00eddo a partir de 1893 com o prop\u00f3sito de ampliar os pr\u00e9dios da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. A import\u00e2ncia da \u00e1rea para a empresa culminou na forma\u00e7\u00e3o de um p\u00e1tio composto por 13 linhas e 105 estruturas edificadas (MOGIANA, 1969). No entanto, com o decl\u00ednio do sistema ferrovi\u00e1rio, os im\u00f3veis foram desativados e reutilizados de diferentes formas, sejam elas regulares ou irregulares. Dentro dessas considera\u00e7\u00f5es, busca-se compreender os usos sociais do patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio existente no local (pr\u00e9dios de opera\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, moradias e \u00e1rea esportiva), a fim de refletir sobre pr\u00e1ticas de preserva\u00e7\u00e3o e usos dos conjuntos hist\u00f3ricos por agentes sociais. Para auferir o proposto, a metodologia de trabalho inclui levantamentos bibliogr\u00e1ficos e documentais, entrevistas com os gestores, invent\u00e1rio e mapeamento. Com isso, identificou-se n\u00e3o apenas como se originou o processo de reuso, mas os desafios contempor\u00e2neos que ofuscam a leitura sist\u00eamica do conjunto ferrovi\u00e1rio sob a perspectiva hist\u00f3rica, social, patrimonial e urbana. Por fim, destacam-se as vari\u00e1veis que suscitaram os problemas e algumas pr\u00e1ticas capazes de revert\u00ea-los.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Palavras-chave: Patrim\u00f4nio Industrial, Conjunto Ferrovi\u00e1rio, Esta\u00e7\u00e3o Guanabara, Gest\u00e3o Patrimonial e Campinas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1231\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"max-width: 888px\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1231 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/2.png\" alt=\"2\" width=\"888\" height=\"593\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/2.png 888w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/2-300x200.png 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/2-768x513.png 768w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/2-425x284.png 425w\" sizes=\"(max-width: 888px) 100vw, 888px\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Prof\u00aa. Dr\u00aa. Rosio Salcedo, Prof. Dr. Eduardo Oliveira e Ms. Priscila Santos<\/figcaption><\/figure>\n<p>No mesmo dia no per\u00edodo da tarde, a investiga\u00e7\u00e3o de Rafaela Silva com o t\u00edtulo \u201cBens ferrovi\u00e1rios de Mairinque: an\u00e1lise da articula\u00e7\u00e3o do conjunto industrial urbano e sua preserva\u00e7\u00e3o\u201d foi aprovada pela Comiss\u00e3o Avaliadora composta pela Prof\u00aa. Dr\u00aa. Norma Regina Truppel Constantino (FAAC\/UNESP) e pelo Prof. Dr. Ant\u00f4nio Soukef J\u00fanior (FIAM-FAAM)<\/p>\n<p><strong>Resumo:<\/strong> A presente pesquisa prop\u00f5e a an\u00e1lise do conjunto ferrovi\u00e1rio existente na cidade de Mairinque, localizada no Estado de S\u00e3o Paulo e fundada originalmente como uma vila, em 1890, para atender aos interesses da Companhia Estrada de Ferro Sorocabana. Dentre os edif\u00edcios da vila, que ainda prevalecem, encontram-se, por exemplo, casas, oficinas, galp\u00f5es e armaz\u00e9m. A esta\u00e7\u00e3o de Mairinque foi tombada pelo CONDEPHAAT e IPHAN, por\u00e9m existem outros remanescentes do conjunto ferrovi\u00e1rio, mesmo sem receber prote\u00e7\u00e3o legal semelhante. Nesse caso, cabe questionar se as medidas de prote\u00e7\u00e3o e as apropria\u00e7\u00f5es adotadas no decorrer do tempo contribu\u00edram para a manuten\u00e7\u00e3o da articula\u00e7\u00e3o original e perman\u00eancia do conjunto. Dessa forma, nosso objetivo geral consiste em compreender a articula\u00e7\u00e3o entre os bens que determinam o entendimento sobre o conjunto, por meio da an\u00e1lise sobre a forma\u00e7\u00e3o original ferrovi\u00e1ria, as medidas de prote\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o promovidas e a situa\u00e7\u00e3o atual em que se encontra, a fim de estabelecermos diretrizes de preserva\u00e7\u00e3o adequadas \u00e0 realidade local. Para tanto, a metodologia de trabalho inclui pesquisa documental e bibliogr\u00e1fica, levantamento de campo, invent\u00e1rio, mapeamento e entrevista. Sendo que as diretrizes propostas poderiam alterar a condi\u00e7\u00e3o de abandono e descaracteriza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas que sofreram com o decl\u00ednio da ferrovia, valorizar regi\u00f5es que possuem vest\u00edgios dessa atividade e modificar as rela\u00e7\u00f5es empreendidas entre a cidade e o conjunto.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Preserva\u00e7\u00e3o, Conjunto Ferrovi\u00e1rio, Patrim\u00f4nio Industrial, Mairinque.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1236\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"max-width: 779px\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1236 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/3.png\" alt=\"3\" width=\"779\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/3.png 779w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/3-300x217.png 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/3-768x555.png 768w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/3-425x307.png 425w\" sizes=\"(max-width: 779px) 100vw, 779px\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Prof\u00aa Dr\u00aa Norma Constantino, Ms. Rafaela Silva, Prof. Dr. Eduardo Oliveira e Prof. Dr. Soukef<\/figcaption><\/figure>\n<p>As monografias completas das autoras est\u00e3o em processo administrativo e em breve estar\u00e3o dispon\u00edveis na base de dados da UNESP.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na \u00faltima segunda-feira, dia 02 de outubro de 2017, Priscila Kamilynn Ara\u00fajo dos Santos e Rafaela Rogato Rondon Silva, membros do projeto Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria, defenderam suas respectivas teses no audit\u00f3rio da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunica\u00e7\u00e3o da UNESP em Bauru\/SP. Ambas as investiga\u00e7\u00f5es s\u00e3o financiadas pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo<a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/?p=1216\">Read More &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[75,103,105,151,161,249,303,321],"class_list":{"0":"entry","1":"post","2":"publish","3":"author-eduardo_romero","4":"has-more-link","5":"post-1216","7":"format-standard","8":"category-pesquisa-2","9":"post_tag-ativacao-do-patrimonio","10":"post_tag-cis-guanabara","11":"post_tag-companhia-mogiana-de-estradas-de-ferro","12":"post_tag-estrada-de-ferro-sorocabana","13":"post_tag-fapesp","14":"post_tag-mairinque","15":"post_tag-patrimonio-industrial","16":"post_tag-preservacao"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1216","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1216"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1216\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1216"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1216"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1216"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}