{"id":874,"date":"2016-12-15T05:01:20","date_gmt":"2016-12-15T07:01:20","guid":{"rendered":"https:\/\/projetomemoriaferroviaria.wordpress.com\/?p=874"},"modified":"2016-12-15T05:01:20","modified_gmt":"2016-12-15T07:01:20","slug":"seminario-de-pesquisa-mf-em-sevilha-espanha-mostra-os-resultados-do-programa-cientifico-de-intercambio-unesp-us","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/?p=874","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio de pesquisa MF em Sevilha (Espanha) mostra os resultados do programa cient\u00edfico de interc\u00e2mbio UNESP-US"},"content":{"rendered":"<p>No dia 13 de dezembro, 2016, v\u00e1rios pesquisadores do projeto Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria se reuniram na <em>Escuela T\u00e9cnica Superior de Arquitectura<\/em> de Sevilha, Espanha, para discutir os resultados dos \u00faltimos interc\u00e2mbios desenvolvidos a partir do conv\u00eanio internacional existente entre a UNESP (sede principal do MF) e a ETSA\/Sevilha. Juli\u00e1n Sobrino e Enrique Larive, pesquisadores internacionais da equipe MF, relataram na apresenta\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/projetomemoriaferroviaria.wordpress.com\/2016\/12\/06\/proximo-evento-memoria-ferroviaria-na-espanha\/\" target=\"_blank\">semin\u00e1rio<\/a> o percurso do projeto MF nos \u00faltimos anos, ressaltando seu car\u00e1ter territorial e seu perfil internacional, experimental e multidisciplinar.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-879 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1.jpg\" alt=\"1\" width=\"600\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1-300x192.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1-425x272.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Juan M. Cano ministrou a palestra \u201cM\u00e9todos de investigaci\u00f3n arqueol\u00f3gica aplicados al patrimonio ferroviario: el caso Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria\u201d. Na sua fala, o doutor em Arqueologia apresentou os resultados obtidos na sua pesquisa de P\u00f3s-Doutorado, desenvolvida no Brasil com ap\u00f3io da <a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/154584\/a-ferrovia-como-agente-de-globalizacao-estudo-arqueologico-transversal-do-complexo-das-oficinas-da\/\" target=\"_blank\">FAPESP<\/a> entre outubro de 2014 e setembro de 2016. Trata-se de um estudo arqueol\u00f3gico das antigas oficinas da Companhia Paulista de Estradas de Ferro na cidade de Jundia\u00ed\/SP, que visa estudar as conex\u00f5es entre o dito espa\u00e7o e o resto do mundo industrializado a partir, principalmente, dos seus vest\u00edgios mat\u00e9rias. O Dr. Cano refletiu sobre v\u00e1rios conceitos fundamentais a respeito da Arqueologia da Industrializa\u00e7\u00e3o, uma disciplina que, com anterioridade a sua vinda ao Brasil, tinha sido pouco desenvolvida no estado de S\u00e3o Paulo. A seguir, Cano apresentou as ferramentas e procedimentos utilizados para produzir uma leitura funcional e evolutiva das oficinas de Jundia\u00ed, que caracterizou como cen\u00e1rio de globaliza\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de novos contextos culturais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-883 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/3.jpg\" alt=\"3\" width=\"600\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/3.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/3-300x169.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/3-425x239.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Priscila Kamilynn Araujo dos Santos ministrou a conferencia \u201cPr\u00e1cticas de preservaci\u00f3n y usos sociales: conjunto ferroviario de la Compa\u00f1\u00eda Mogiana (Campinas\/SP)\u201d. Antes de apresentar os resultados obtidos, a mestranda em Arquitetura e Urbanismo pela UNESP\/Bauru, fez uma pequena s\u00edntese sobre sua trajet\u00f3ria no estudo sobre a gest\u00e3o do patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio na cidade de Campinas, por meio de duas pesquisas desenvolvidas entre 2013 e 2014 dentro do curso de Turismo em n\u00edvel de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e com fomento da FAPESP. Posteriormente, a estudante apresentou os resultados alcan\u00e7ados no primeiro ano do mestrado e a contribui\u00e7\u00e3o da Bolsa Est\u00e1gio de Pesquisa no Exterior (<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/163433\/diretrizes-e-boas-praticas-de-preservacao-para-o-patrimonio-industrial-ferroviario\/\" target=\"_blank\">BEPE\/FAPESP<\/a>) em andamento na ETSA sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Juli\u00e1n Sobrino. Em sua fala, Priscila destacou algumas diretrizes identificadas na gest\u00e3o do patrim\u00f4nio industrial que podem ser aplicadas ao patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio paulista. Ademais, tamb\u00e9m foram apresentados instrumentos metodol\u00f3gicos produzidos durante o est\u00e1gio, pass\u00edveis de execu\u00e7\u00e3o ao contexto brasileiro por meio do MF, como por exemplo a ficha de reutiliza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio industrial ferrovi\u00e1rio.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-885 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/4.jpg\" alt=\"4\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/4.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/4-300x200.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/4-425x283.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Em seguida, Rafaela Rogato, que tamb\u00e9m est\u00e1 realizando um interc\u00e2mbio cient\u00edfico na Universidad de Sevilla (ETSA), por quatro meses, sob a orienta\u00e7\u00e3o do professor Enrique Larive L\u00f3pez e com financiamento da FAPESP (<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/162917\/patrimonio-cultural-e-industrial-reflexao-sobre-os-conhecimentos-teorico-metodologicos-de-preservac\/\" target=\"_blank\">BEPE Proc. n\u00ba 2015\/25054-1<\/a>), apresentou o seu trabalho, intitulado \u201cPatrimonio industrial urbano: conjunto ferroviario de Mairinque\u201d. Durante a sua apresenta\u00e7\u00e3o, a aluna de mestrado em Arquitetura e Urbanismo da UNESP\/Bauru salientou os t\u00f3picos relevantes de an\u00e1lise da sua pesquisa sobre Mairinque, os principais objetivos do seu interc\u00e2mbio em Sevilha e os ganhos acad\u00eamicos que esse pode representar para a sua pesquisa e para a pr\u00f3pria equipe MF.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-887 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/5.jpg\" alt=\"5\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/5.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/5-300x225.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/5-425x319.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Finalmente, Diego Pav\u00f3n apresentou o projeto da sua equipe para um Museu Ferrovi\u00e1rio de Andaluzia (<a href=\"https:\/\/es-la.facebook.com\/mufero\/\">MUFA<\/a>). Trata-se de uma iniciativa social que visa criar, em colabora\u00e7\u00e3o com as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, um museu do transporte para a comunidade aut\u00f4noma andaluza, onde a ferrovia teve uma import\u00e2ncia hist\u00f3rica fundamental na articula\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. O MUFA, que nasce para cobrir um vazio museogr\u00e1fico (em Andaluzia n\u00e3o existem museus ferrovi\u00e1rios), tem o intuito de ser um museu moderno, do territ\u00f3rio (multi-sede), did\u00e1tico, aberto e totalmente adaptado aos novos par\u00e2metros de acessibilidade f\u00edsica e cognitiva.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-891 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/6.jpg\" alt=\"6\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/6.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/6-300x225.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/6-425x319.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Na sess\u00e3o de conclus\u00f5es foram destacados os ganhos que o programa de interc\u00e2mbios Sevilha &#8211; S\u00e3o Paulo t\u00eam trazido tanto para o projeto MF quanto para as diferentes equipes e pesquisadores envolvidos. De fato, perante os bons resultados obtidos, j\u00e1 est\u00e3o sendo programados novos interc\u00e2mbios de estudantes, professores e pesquisadores entre a ETSA\/Sevilha e v\u00e1rios campus da UNESP, tais como Bauru e Presidente Prudente. Al\u00e9m disso, foram definidos os novos poss\u00edveis desafios que o projeto MF poderia afrontar nas pr\u00f3ximas etapas, com destaque para a gest\u00e3o dos complexos, acervos e bens patrimoniais pesquisados pela sua equipe.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-893 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2.jpg\" alt=\"2\" width=\"600\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2-300x151.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2-425x214.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>O semin\u00e1rio incluiu, no per\u00edodo da tarde, uma visita t\u00e9cnica ao patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio de Sevilha. A visita foi parte do programa Sevilla Industrial Bike, iniciativa do grupo <a href=\"http:\/\/blog.andaluciatransversal.com\" target=\"_blank\">Andaluc\u00eda Transversal<\/a>. No caso, tratou-se de uma edi\u00e7\u00e3o especial monitorada pela equipe do MUFA, na qual foram visitados diversos enclaves do patrim\u00f4nio ferrovi\u00e1rio sevilhano, pertencentes a distintas companhias ferrovi\u00e1rias e que apresentam diversos estados de preserva\u00e7\u00e3o e ativa\u00e7\u00e3o: abandono, reutiliza\u00e7\u00e3o parcial (sem descaracteriza\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio original) e reutiliza\u00e7\u00e3o total (como interven\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica agressiva).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-895 aligncenter\" src=\"https:\/\/memoriaferroviaria.rosana.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/7.jpg\" alt=\"7\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/7.jpg 600w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/7-300x200.jpg 300w, https:\/\/memoriaferroviaria.assis.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/7-425x283.jpg 425w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 13 de dezembro, 2016, v\u00e1rios pesquisadores do projeto Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria se reuniram na Escuela T\u00e9cnica Superior de Arquitectura de Sevilha, Espanha, para discutir os resultados dos \u00faltimos interc\u00e2mbios desenvolvidos a partir do conv\u00eanio internacional existente entre a UNESP (sede principal do MF) e a ETSA\/Sevilha. 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